Eu tenho falado bastante no twitter sobre eles, e resolvi dedicar esse post resumido para "Reel People".
Como consta no facebook deles, eles são "Quintessential 21st century modern UK SOUL band".
É formado pelo trio Mike Patto, Oli Lazarus e Tom Davidson, e contam com a participação de vários outros artistas.
Eu costumo dizer que eles são filhos do Incognito, ainda mais com Tony Momrelle e Imaani nos vocais.
Tem dois álbuns lançados: 'Second Guess' de 2003 e o 'Seven Ways To Wonder' de 2008.
Comecei a ouvir por indicação do last.fm:
'Amazing' foi a primeira música que escutei e gostei bastante. Baixei logo o 'Seven Ways To Wonder' e me impressionei com tanta informação musical, o que inclui influências brasileiras na faixa "Alibi" por exemplo.
Reel People tem um line-up finíssimo e singles com remixes de DJs/projetos consagrados na europa como o Rasmus Faber, 4hero e Dennis Ferrer.
Esse é o mais novo EP do Reel People.
Saiu no finalzinho do ano passado, com os vocais do Tony Momrelle.
"You're like a star
Perfectly burning so bright
A star
Leading me all through the night"
O som é maravilhoso, e, claro, o Tony mandou ver.
Taí, Reel People devidamente apresentado!
www.reelpeoplemusic.co.uk
♫ Ouvindo: Reel People - Positive Over Negative [4:21]
Reel People também é Hip-Hop. E "Positive Over Negative" não deixa nada devendo. Super urbano, o rap que fala que "freedom is my objective" (liberdade é o meu objetivo). Essa faixa tá lá em "Second Guess".
A pergunta é: O que te faz assistir TV?
Na verdade essa pergunta se aplica exclusivamente a TV aberta.
Eu desisti de ver televisão já vai completar uns 5 anos.
E não sinto falta. A internet está aí (e ela, ainda bem, não se resume a orkut e "msn") cheia de opção, interatividade, conhecimento, discussões... É um mundo de informação boa (e ruim também, claro) que está disponível a cliques de distância.
O problema é que não podemos controlar o que aparece na TV aberta, ou melhor, não podemos escolher o que queremos ver. Simplesmente é tudo empurrado goela abaixo. E isso tem a ver com muita coisa, desde música a costumes, o que inclui moda, modo de falar (os clássicos jargões) e ideiais.
E é um "descompromisso" com quem assiste. É tudo simplesmente para fazer dinheiro. Tudo bem, estamos inseridos num meio capitalista, mas isso não significa que devamos ser explorados de uma forma tão xula.
O maior exemplo disso é o tal BBB, que, por ser um "ótimo" programa, já vai em sua 10ª edição.
São 10 anos produzindo um conteúdo (se é que podemos chamar aquilo de conteúdo) inútil, que vai sendo absorvido por uma série de pessoas desocupadas, que poderiam estar absorvendo cultura, conhecimento e qualquer outra coisa útil.
Sem contar no apelo sexual. Ah, esse reina na TV brasileira. E o povo acha bom, pelo jeito. tem gente que ganha menos de um salário trabalhando pesado o dia todo, e outras que exibem a bunda na TV e ganham milhões.
É revoltante.
---> #antibbb #incentiveacultura
♫ Ouvindo: Mo' Horizons - My Bombombomb (Radio Edit) [3:46]
Eu já gostava bastante desse som, que é de 2007, do álbum "Sunshine Today". A al "Radio Edit" veio com uma surpresinha: Tem vocais. E deixou a música maravilhosa.
Definitivamente eu sou muito viciado em música.
Há quem me chame de "ser multimídia" e, de fato, eu concordo com isso (e olhe que não estou falando na parte dançante da coisa, né?).
Eu ainda acompanhei a época que não existiam os CDs no mercado brasileiro. Na casa da minha avó, minha tia tinha uma generosa coleção de vinis que iam de Gal Costa a Metallica.
Acredito eu que já devo ter falado, em algum post antigo, que eu ia pra casa da minha tia, no interior, e tinha SKY (a TV por assinatura) lá. Tinha uns canais de música... Eu escutava muito, principalmente a parte de Jazz Contemporâneo, e anotava os nomes das músicas. Nessa época o Napster já tinha caído fora e a gente usava um site chamado "Audio Galaxy" pra puxar as mp3.
Comecei a criar minha "infinita" lista de mp3. Ainda hoje tenho arquivos dessa época.
Depois comecei a valorizar o trabalho do artista, sendo assim, possuindo os álbuns na íntegra. Com isso, e os ouvidos apurados, comecei a escrever críticas sobre os álbuns e, posteriormente, sobre o artista e a evolução do som dele.
Entrei pra lista de colaboradores do blog JazzMan! (que, estamos aguardando a nova versão...) e foi um tempo ótimo onde pude escrever, ouvir, conhecer novos artistas.
Agora, meus amigos de músicas tem sido o last.fm e o Soulseek.
Com o sistema de tags do last.fm, ele acaba indicando artistas que tem a ver com o que você escuta normalmente. É uma enxurrada de música que não pára.
Muitas vezes chego a comprar os EP/Singles que não encontro no Soulseek (viva meu cartão de crédito internacional!).
Eu deveria ser DJ. Mas, o que eu 'toco' não se aplica aqui. A cidade de João Pessoa não tem uma cultura "café" como eu costumo dizer.
Às vezes é chato ser, ou parecer ser único que escuta 4hero, por exemplo, aqui.
Mas, eu continuo mergulhando fundo no que eu gosto, nos trabalhos que eu acho legais, nos sons que me emocionam, que me fazem sentir nostalgia.
Visitem meu last.fm aí: Clica aqui.
♫ Ouvindo: Miguel Migs - Those Things (Video Mix) [4:16]
Até então eu tinha todas as versões lancaçadas desse sonzão do Miguel Migs. Ontem eu fui ver o clipe, e a versão do clipe é bem diferente da original e a da extendida. E descobri mais a frente que é uma versão que não foi lançada em nenhum single/ep do Miguel. Eu tratei d epuxar o vídeo em HD e extraí o áudio. Eu não ia ficar sem essa versão bombástica aqui, né? :D
Tudo começou numa tarde, quando eu vi um cartaz na frente do SESC Centro. Não me lembro bem o nome do evento, mas tinha escrito "Hip-Hop" enorme. O evento era aqui no Centro mesmo.
Era a oportunidade de conhecer quem dançasse break. Nessas alturas eu já sabia de muita coisa. Já conhecia a cultura Hip-Hop, tinha algumas músicas... Tudo graças ao IRC. Nessa época era tudo mais complicado. Não tinha youtube nem orkut e as buscas eram feitas no cadê.
Enfim, chegou o dia do evento e me deparei com todos os elementos da cultura. Mas fiquei alí, olhando os 3 b.boys dançando.
Um deles veio ao meu encontro perguntar se eu dançava. Era o Miguel.
Conversei com ele e falei que já havia procurado bastante onde eu pudesse treinar algo. Pra minha surpresa, o Miguel dava aulas aqui, no meu bairro, numa ONG chamada "Casa Pequeno Davi".
Nesse dia eu conheci também o Guto e o Renan.
E assim comecei a dançar, enfim.
O engraçado é que, na minha primeira vez numa roda de break, eu já cheguei dançando.
Eu me sentia estranho, achava que não conseguia, que não sabia.
Miguel me dava bastante força.
E aí o vício começou.
Eu saía com Miguel e Renan. Dançávamos nas praças, na Lagoa sempre rolava quando a gente conseguia que um vendedor de cds piratas colocasse nossos cds pra tocar. Dançávamos sem música, no asfalto. Na calçada da casa da minha prima. Levava meu system, jogava o "dercoflex" no chão e tava feita a festa.
Continua...
♪ Ouvindo: Haji & Emanuel - Weekend (Vocal Mix) [8:23]
Esse som é da coletânea Disco Kandi 05.04. Eu sinto falta de um som assim tocando nas boates daqui...
"O problema começou com a orkutização do twitter. Maldita Inclusão Digital! Conseguiu ferrar com o Orkut e agora o twitter está no mesmo barco. Quando as pessoas descobriram que era possível interagir com várias personalidades famosas pelo twitter, o negócio virou uma febre. Com uma multiplicação de usuários maior do que no final do filme Gremlings 2, o negócio virou uma loucura. Se antes a fama de uma pessoa era medida em quantos perfis a pessoa tinha no Orkut (porque quando chegava a 999 não podia mais ter amigos, 11° mandamento: nenhuma pessoa na terra poderá ter 1000 amigos!) hoje a fama é medida pela quantidade de followers no twitter."
Retirado do blog "Pimentas no Reino".
Leia mais aqui.
Eu sempre fico em cheque quando se fala na tal inclusão digital.
A gente, que está aqui, que praticamente tem um vida online, temos noção do mundo que está diante dos nossos olhos curiosos e, claro, gostaríamos que as outras pessoas conhecessem isso tudo que é a rede mundial de computadores.
Mas, graças ao comodismo das pessoas e, pra não esquecer, da falta de interesse, a internet é resumida em orkut e 'msn' (apesar do programa usado ser o Windows Live Messenger). Claro, olhar a vida dos outros online é bem mais fácil e rápido. Isso tudo acompanhado daquele pensamento "o que importa é que o outro entenda o que eu quero dizer" o que significa que haverá um show de fotos sem noção e erros ortográficos gritantes.
O problema é que a internet não é só a vida dos outros.
Então veio o twitter.
Os "orkuteiros" e "emessieneiros" descobriram que os seus artistas estavam lá e descorbriram também que poderiam ser populares na nova onda da internet.
Sendo que, no momento dessa grande descoberta bombástica, já haviam pessoas no twitter e também já havia uma 'cultura do twitter'. Talvez esse seja o ponto que, pra nós que o usamos diariamente, torne a explicação de "o que é o twitter" tão complexa em alguns momentos afinal o twitter não é "uma espécie de orkut" como dizem por aí, aliás, muita gente nem sabe ao certo o que é o orkut.
Resumindo: Já é comum ver sessões de "chat" no twitter e os "me add que eu te acc".
Por essas e por outras que eu estou levantando a bandeira "Desorkutizando o twitter".
Já chega de mentes vazias nas redes sociais.
Twitter não é uma espécie de orkut.
Twitter não é chat.
Twitter não é comunidade.
A propósito: www.twitter.com/IoRDaN
♪ Ouvindo: Joey Negro and the Sunburst Band – Sitting On Top Of The World [5:40]
É um ótimo som pra quem gosta de disco house.
O ano de 2008 foi repleto de novidades e descobertas musicais.
E eu devo muito ao last.fm, meu companheiro inseparável.
Estava me programando no início do ano pra escrever este post.
Mas como eu andei meio away da blogosfera, acabei deixando passar.
Depois eu vou fazer um podcast, dessa vez de verdade, mostrando a minha viagem musical do ano passado.
Era uma indicação do last.fm.
Tudo que eu ouvia era relacionado com Crazy P(enis)...
Tive um certo "medo" de ouví-los a princípio.
Pensei logo "poxa, como uma banda se chama 'Crazy Penis'? É muito extraordinário..."
Nem procurei ouvir nada. Iordan não ia ouvir algo que tem o nome 'pênis' no meio.
Foi então que eu peguei a coletânea "Jazz In The House 5". Deep house bombando.
E teve uma faixa que me tirou do sério. Era a faixa "Summer Bummer" dos "Crazy Penis".
Eu parei. E pensei "o nome é tosco, mas o som deles é bombástico!"
Procurei conhecer a história deles, peguei a discografias, ouvi, ouvi e ouvi.
E realmente o trampo deles é muito bom.
Já no final do ano eles lançaram o "Stop Space Return". Dessa vez a banda veio cheio de vocais e, claro, com aquela pegada disco que é característico do som deles.
Por questões óbvias, a banda passou a performar sob o nome "Crazy P".
Fato, é bem mais aceitável e não fica feio.
Eu tava mexendo nos meus backups e vi uma mp3 solta "Edu Luke - Pé na Estrada". Não lembrava quem havia me enviado, e, imaginei logo que fosse alguma versão daquele som, de mesmo nome, do Mo'Horizons. Que nada. Era uma faixa grooventa de um artista não tão conhecido nas bandas de cá.
Pesquisei sobre ele, e tive contato com o álbum "Cosmobamba", que é o único dele até o momento.
Edu Luke faz um som funkeado, cheio de "Brasil" e tem uma voz maravilhosa. Super recomendado.
Direto da Estônia.
Um amigo me indicou um podcast pra ouvir (coisinha básica do DJ Tahira) e tava lá a faixa "My Funny Valentine" que era um remake de uma canção antiga que já foi cantada por grandes cantores de Jazz, o que inclui a Rainha do Jazz, Ella Fitzgerald.
Sofia Rubina trabalha com Neo Soul, passando pelo Jazz clássico, entrando no NuJazz.
Coisa fina.
É complicado resumir um trabalho tão completo como o do Incognito.
Teria que dedicar um post a eles, afinal, eles tem um super trabalho que vale a pena gastar alguns meses conhecendo bem.
No início de 2008 eles atacaram com o álbum de inéditas "Tales From The Beach". Esse álbum sucedeu o "Bees + Things + Flowers".
BTF é um álbum com remakes de músicas de sucesso do Incognito, como "Always There", clássico interpretado pela voz inconfudível da Jocelyn Brown. O álbum é de uma qualidade impressionante, mas ele trata de um outra fase do Incognito, onde eles investiram numa outra sonoridade.
Tales From The Beach nos fez pensar "good times are back again". O álbum é bom do começo ao fim. É muita coisa boa num álbum só. Acid Jazz, o som funkeado com influências latinas, vozeirões... Tudo num disquinho cheio de groove.
Apesar do álbum ter saído em 2007, foi em 2008 que eu ouvi bastante, ainda mais com o lançamento do single de "Look Inside" que eu postei aqui no blog, inclusive.
Esse álbum marcou a volta 'dos' 4hero depois de 6 anos sem lançar nenhum álbum de inéditas.
Os '4heromaníacos' consideram esse álbum como a obra prima do projeto, levando em consideração os trabalhos mais recentes como "Two Pages" e "Creating Patterns" que já trabalham em cima de um som mais voltado pro universo jazz(Broken Beats, jazz step, Nujazz, soul...).
Foi por conta desse álbum que me interessei tanto por 4hero.
Vale a pena tê-lo.
♪ Ouvindo: Reel People - Anything You Want [5:55]
Sem dúvida, uma das melhores faixas do álbum "Seven Ways to Wonder" do projeto Reel People. Lembra bastante a faixa "Hold It Down" do 4hero. Sonzera!
Diário do aniversariante 2009 [#4]
E eu achando que tudo tinha terminado.
Ontem eu combinei com Igor de assistir o "The Girlie Show" da Madonna.
Já estava me programando pra levar uma comida e tal.
Quando eu chego lá já tinha um monte de gente me esperando: Festa surpresa.
Por um momento eu não acreditei.
Mas tava lá um bolo enorme, salgadinhos...
E ainda saí com Roger e Igor pra buscar um pudim.
ehhehehehhe
Eu fiquei tão errado, chorei...
Fizeram o lance na terça pra que eu não desconfiasse. De fato, eu nem esperava.
Queria agradecer sobretudo a Gláubia que fez o maior corre-corre pra que tudo desse certo.
:D
BRIGADÃO, GENTE!
♪ Ouvindo: King Most - Sun Fran To Tokyo [2:31]
Essa música faz parte de uma coletânea japonesa de 'Jazzy Hip-Hop' chamada "Saudade".
Eu nunca tinha escutado essa faixa, mas, como sempre, há aquela nostalgia de café de fim de tarde. O arranjo de guitarra junto dos scratches e o batidão "tun tun pá" entram numa harmonia perfeita. Vale a pena ouvir.
Dessa vez o diário foi bem menor.
Eu também não tive tanto tempo assim pra blogar, né?
Enfim.
Após as surpresas na agência eu ainda passei na faculdade pra ver algum detalhe da matrícula.
Mas a secretaria tava em reforma.
Voltei pra casa e descobri um bolo!
Chamei algumas pessoas que estavam alí na hora, afinal foi tudo muito rápido.
Igor, Morais, Zé Fernando, Tâmara... Minha mãe e meu pai.
O bolo tava bombando.
:D
Eu tirei duas fotos ainda, mas eu tô sem elas aqui.
Depois eu posto! :D
E obrigado pelo recados no orcute.
Respondi quase todos :D
Vi tanta gente sumida falar...
Saudade de tantos!
Fui!
♪ Ouvindo: Space Jazz Dub Men - It Don't Mean A Thing (Incognito Remix) [7:52]
Sonzinho que o Brown me mandou. Só o fato de ser 'Incognito Remix' já dá todo um ar fino a música. Recomendo.
Eu tava aqui no pc da agência fazendo um folder e tal.
De repente, Raíssa, que trabalha comigo, atende o telefone.
E fala que uma cliente estava aqui, em reunião com o pessoal da agência, pra aprovar um layout.
E eu, sem me ligar muito, apenas disse um "sim, e?"
Ela falou que o 'Che', que tinha saído, ligou pedindo pra eu ir pra reunião.
Por pouco eu não iniciei uma discussão com a Raíssa por conta que eu não entendia o que eu ia fazer com a cliente numa reunião.
Saí, a sala de reunião estava fechada, bati à porta:
- PARABÉNS PRA VOCÊ!
Havia um bolo enorme e uns refris.
Eu fiquei TODO errado, completamente por fora...
Não conseguia dizer nada e, claro, me baixou a crise de riso.
ehhehehehe
Eu não sei se eles vão ver isso, mas...
Valeu galera da AÇÃO!
:D
♪ Edu Luke - Pé na Estrada [3:15]
Tempo vai, outro vem
Pé na estrada, tudo bem...
E hoje é meu aniversário.
(ÊÊÊÊÊÊÊ!)
Como ano passado eu fiz o "Diário do aniversariante", eu resolvi continuá-lo.
Dessa vez não tem festa.
Pelo menos não até onde eu sei.
Agora mesmo eu tô aqui na agência.
Ano passado meu níver caiu num sábado, pra quem não lembra, e está tudo aqui:
#1 , #2 , #3 , #4 .
Hoje cedo eu ainda respondi uns recados no orcute... :D
Mais tarde eu continuo o super diário extraordinário.
:P
♪ Ouvindo: Madonna - Erotica (Kenlou B-Boy Mix) [6:26]
Depois é que eu vim saber que "Kenlou" é um 'alias' do Masters At Work. Eles são foda...